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sábado, 19 de maio de 2012

Do latim, mater


Tem uma propaganda que diz: quando nasce uma criança, nasce uma mãe. 
Para mim, o nascimento de uma criança traz consigo dois verbos: amar e abdicar. 
Ser mãe é aumentar o patrimônio de forma inenarrável 
e perceber que seus pretences se esvaem com o sopro do tempo.
Ser mãe é sentir intensamente e não sentir nada. 
É sentir a dor da alma sem perceber a dor no corpo.
É sentir um sono imenso sem pestanejar até ouvir o som do regresso.
É sentir fome e, ainda assim,  doar o único provento.
É sentir as lágrimas desregradas correrem pelo rosto na alegria e na tristeza.
É ter a certeza de que, apesar das intempéries da vida, somente a morte nos separa.
É ser irracional. É agir por impulso. É estar sempre pronta pra tudo.
É calcular e recalcular riscos e não arriscar.
É tornar-se desemxabida sem perder a harmonia.
Enfim, ser mãe simplesmente é...sublimar.

Há alguns anos, decidi presentear minha mãe, sogra e amigas mães com um dia para si.
Um dia para não fazer nada. Nada mais certo e justo.
Uma recompensa pelos anos de dedicação.
Uma ótima desculpa para criar e cozinhar.
Uma oportunidade única de retribuir, servir, adular, degustar, vivenciar e amar.
Afinal, aromas, cores e sabores sempre proporcionam a união do que parece esparso.


Parabéns mães!!!
Priscilla Sarah - aprendiz de cozinheira.

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